
Setembro está terminando, mas a conversa sobre saúde mental precisa continuar. Neste episódio da Hora do Sabbat, Sarah Mascarenhas parte do texto “Um ano depois, o Setembro Amarelo me faz pensar em quem fica” para falar sobre prevenção ao suicídio, luto, redes de cuidado, saúde mental, políticas públicas e as condições concretas que ajudam uma pessoa a permanecer viva.
Em Seguindo os Antúrios, Leffs reflete sobre a sensação de estagnação nos processos criativos e sobre os caminhos possíveis quando as barreiras internas encontram as barreiras de fora. No Versos em Voz, Seles Gonçalves homenageia Adélia Prado, apresenta o processo criativo de Francielle Moura e propõe tirar a palavra do caderno e colocá-la no mundo.
Priscila Cardoso participa duas vezes com o Mirada Feminista. Em uma coluna, pergunta “Que independência queremos?” e discute autonomia financeira, emocional, corporal e o direito das mulheres ao próprio tempo. Na outra, desromantiza a amamentação para falar de trabalho, sobrecarga, direitos, rede de apoio e das condições necessárias para que o cuidado aconteça.
Às vésperas das eleições de 2026, o episódio também conecta saúde mental e políticas públicas: SUS, assistência social, trabalho, renda, direitos e enfrentamento às desigualdades fazem parte dessa conversa.
Na trilha, Doralyce e Mousik, Brisa Flow, Duda In The Sky, Tocaia, Souto MC, Luiza Lian com Bixiga 70 e Rhaissa ajudam a construir uma narrativa que começa perguntando “Tem gente aí?”, passa por “Fique Viva” e termina colocando o mundo em movimento.
Setembro termina. O cuidado continua.
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