Batalhas de rima, breaking, locking, competições de dança, workshops, DJs e feira urbana movimentaram Londrina durante a 14ª edição do Festival HipHopé Vermelho, realizada entre os dias 14 e 16 de agosto de 2026. A WebTV Alma Londrina acompanhou os três dias de programação e registrou artistas, competidores, público e bastidores de um dos encontros dedicados à cultura hip hop na cidade.
Com atividades no Londrina Norte Shopping e no Espaço Villa Rica, o festival reuniu diferentes elementos da cultura urbana em uma programação gratuita. Organizado por Mr. Rei (Reinaldo Augusto Barbosa) e Deejay Fran (Francielle Tomaz Barbosa), o HipHopé Vermelho manteve como uma de suas principais propostas a democratização do acesso à cultura hip hop e a criação de espaços de encontro, formação e intercâmbio entre artistas.
A programação começou na sexta-feira (14), quando as batalhas de rima colocaram MCs frente a frente em disputas marcadas pelo improviso, criatividade e troca de provocações. No sábado (15), as atividades ganharam diferentes espaços do Londrina Norte Shopping, com feira urbana, DJs, workshops ministrados por Vini Gomes e Natalia Ferli, cypher de DJs e o Kombat Open Style 3×3.
À noite, o público acompanhou no Villa Rica a final das batalhas de rima, disputas do Kombat Open Style e as competições coreográficas, ampliando o espaço para grupos e dançarinos mostrarem diferentes vertentes das danças urbanas.
No domingo (16), último dia do festival, a programação continuou com workshops de Frank Ejara, Inara Ramos e Vini Azevedo, além das batalhas de breaking 2×2 e locking e da cerimônia de premiação. Fundador da companhia Discípulos do Ritmo, Frank Ejara é um dos nomes de referência das danças urbanas no Brasil, especialmente nas linguagens do locking e popping.
Durante os três dias, as câmeras da WebTV Alma Londrina circularam entre palco e bastidores para mostrar não apenas as disputas, mas também os encontros que acontecem em torno delas. A cobertura acompanhou dançarinos, MCs, público e DJs, entre eles DJ Batata’Killa, além do caráter formativo de um festival que aproxima competição, oficinas, música e ocupação cultural dos espaços da cidade.
Mais do que definir vencedores, o HipHopé Vermelho evidencia a diversidade de uma cultura construída a partir da dança, da música, da palavra, da arte urbana e da convivência. Em Londrina, essa história também está diretamente ligada à produção cultural das periferias e à atuação de artistas e coletivos que mantêm o hip hop em movimento durante todo o ano.
O Festival HipHopé Vermelho Londrina 2026 contou com patrocínio da Itaipu Binacional e apoio da Prefeitura de Londrina, por meio da Secretaria Municipal de Cultura.
Com a cobertura desta edição, a WebTV Alma Londrina amplia o registro audiovisual da cultura hip hop pé-vermelha e de seus protagonistas, documentando uma cena que vai das batalhas e encontros realizados nas ruas aos palcos e grandes eventos culturais da cidade.
