A arte não é um espelho para refletir o mundo, é um martelo para forjá-lo.

Essa semana o programa Marginália fala sobre a produção de arte engajada.

Arte engajada é aquela em que o artista usa seu talento, a partir de diferentes linguagens, para transmitir seus pensamentos. Sua atitude para protestar contra algo que considera errado, ou então como forma de  denúncia.

Ouça o podcast:
Marginália
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Marginália - 16/05/2017
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Os artistas engajados se comportam como atores sociais ativos, ou seja, o autor não é alienado dos problemas que afligem a humanidade de forma geral.

A arte engajada reflete a realidade social, o tempo histórico em que é produzida, a cultura de uma determinada comunidade linguística. É necessário diferenciar arte militante da arte engajada.

A primeira procura mobilizar as consciências e paixões, incitando a ação dentro de lutas políticas específicas, com suas facções ideológicas bem delimitadas, veiculando um conjunto de críticas à ordem estabelecida, em todas as suas dimensões.

A segunda – a arte engajada – de caráter mais amplo e difuso, define-se a partir do empenho do artista em prol de uma causa ampla, coletiva e ancorada em “imperativo moral e ético” que acaba desembocando na política, mas não parte dela.

Na playlist o som da banda Mutuamente, Corda Crua, Cabocrioulo, Alaidenegão,  Crappy Jazz e Banda Isso é Ócio.

Cafezinho quente, acústico e Baleia Azul

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