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Premonição e paisagens sonoras no Cambalacho

A segunda edição do Cambalacho traz mais experimentações, paisagens sonoras, vozes artísticas, poesia e composições dos projetos Labum e Use Soma.

Ouça o podcast:

Por Thiago Franzim.

Às vezes você pode achar que algo de ruim vai acontecer ou algo bom. Não importa. Mas um pressentimento (ou premonição) sempre tem a ver com o futuro. O que eu acho engraçado é fazer uma premonição sendo o ‘animador’ do Palco Jam do festival Resistência Pirata em 2019.

Infelizmente (ou felizmente) ninguém no recinto se sentia confortável para assumir as vozes nesse maravilhoso fenômeno musical que é a improvisação coletiva. Eu estava apenas tentando mostrar para o grupo de pessoas presente que a voz amplificada por um microfone pode ser uma forma muito interessante de se expressar nesse contexto, num é?

Mas o chão estava sujo, muito sujo, nojento. Afinal, a gente estava em uma área rural: o lindo Recanto Pinhão . Nesse episódio, você ouve um trecho da paisagem sonora natural desse lugar (fui lá gravar antes do festival estar acontecendo, obviamente).

O artista Maikon Nery e a sua voz aparecem aqui pra dizer algumas coisas interessantes sobre botar suas ideias artísticas em prática, sair do quarto, do estúdio e provocar acontecimentos artísticos envolvendo o PÚBLICO. O poema sonoro da Isabela Cunha surge aqui com seu caráter extremamente premonitório.

As músicas desta segunda edição do Cambalacho são: “Heavy Trip”, do projeto Labum (meu e do Cristiano Ramos – alá os caras de novo), e “Reino da Mariposa”, do Use Soma.

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